domingo, 11 de novembro de 2012

        Fotonovela: “Uma experiência e Tanto...”

O Circo Real chegou numa cidadezinha do interior de Minas Gerais.
Após dois espetáculos foi anunciado um concurso de desenho e pintura à comunidade local.
Os jovens e as crianças adoraram a ideia e colocaram as mãos na massa.
Os adultos também fizeram questão de participar.
Fala 1 (pensamento): Estou realizando um grande sonho de pintar.
Fala 2 (pensamento): Como eu gostaria de criar meu próprio desenho, aqui eles já estão prontos.
Fala 3: Tudo aqui está muito chato. Não aceitei me darem um desenho pronto.
As monitoras incentivavam os participantes, mas percebe-se claramente a falta de entusiasmo deles.
Fala 4 (pensamento): Acho que vou embora daqui. Até as cores que nos forneceram são sem graça, sem vida.
Fala 5 (pensamento) Adoro borboletas, mas só tem esse peixe pronto pra eu pintar...
Fala 6 (pensamento): Nossa, que desenho grande!
                                    Vai demorar muito pra ficar pronto.
                                     Já estou ficando cansada!

O dia foi passando e as crianças foram embora pouco a pouco.

Jovens e adultos também demonstravam pouco interesse nos trabalhos, com desenhos prontos e pouquíssima opção de cores oferecidas.

Fala 7: Infelizmente não pudemos finalizar os trabalhos. Os participantes foram desistindo um a um.
O que pudemos perceber foi a falta de liberdade de expressão que levou ao fracasso do concurso.



Atividade: Memorial descritivo sobre a criação da fotonovela.

Grupo: Aurea Maria e Rita de Cácia

O trabalho com a fotonovela foi interessante, diferente e muito complicado de se fazer, mas com um pouco de persistência foi possível realizá-lo na íntegra.
Seguimos o primeiro passo que foi a seleção das fotos, em seguida a escrita do texto e por fim encaixar o texto com as fotos e nos devidos balões.
Valeu a pena, foi mais um grande aprendizado que aprimorou nossos conhecimentos e influenciou a nossa busca de um trabalho diferenciado com nossos futuros alunos.


Universidade Aberta do Brasil – UAB/UnB
Licenciatura em Artes Visuais
Tecnologia Contemporânea na Escola 3
Tutora: Irinéia
Aluna: Aurea Maria Knaip Nobre
Atividade: Analisando uma novela.


A novela exibida pela rede Globo no horário das 18h “Lado a Lado” é destinada a um público mais adulto, apesar de ser exibida mais cedo apresenta classificação permitida para 12 anos de idade.
A novela trata de temas atraentes como o começo da república, o surgimento do samba, a chegada do futebol no Brasil, o fim dos cortiços, o início das favelas cariocas no início do século XX, e traz como tema principal o nascimento da mulher moderna na sociedade brasileira.
Os valores sociais são demonstrados pelo poder influente dos brancos sobre os negros mesmo depois da abolição da escravatura. Os valores do trabalho ainda não são tratados de maneira respeitosa e justa. Propõem reflexões até para os dias de hoje que ainda não está muito diferente na maioria dos casos.
O papel do homem é retratado ainda como o superior, aquele que detém o poder, a mulher mesmo tentando lutar por seu lugar ao sol ainda sofre grandes restrições.
Vestem-se como a moda da época. Vestidos longos e rendados para as mulheres da alta sociedade e os mais simples para as mulheres negras, mais humildes. Os homens de terno e gravata e os negros com roupas claras de tecidos inferiores.
As propagandas que são veiculadas nos comerciais são carregadas de temas dirigidos mais diretamente às mulheres, como: maquiagem, venda de TV’s a cabo, venda de CD’s e outros. Os produtos anunciados são para o público feminino que dão maior audiência no caso dessa novela.
Claro que tal novela pode influenciar o comportamento da sociedade que deveria rever seu modo de vestir e de se comportar daquela época com os dias de hoje, pois a diferença é exorbitante.
O impacto causado da história dessa novela na sociedade brasileira é um modo de se conhecer o momento histórico retratado e ficar conhecendo o desenvolvimento pelo qual passou a sociedade brasileira.
Se pudesse reescrever essa história ou dirigi-la, modificaria atos que poderiam fazer com que os telespectadores refletissem sobre suas ações, deixando de humilhar as pessoas e se colocarem em pé de igualdade, pois somos seres humanos merecedores de respeito e dignidade.


Blog: aureavisualizarte.blogspot.com

sábado, 27 de outubro de 2012

 Universidade Aberta do Brasil – UAB/UnB
Licenciatura em Artes Visuais
Tecnologias Contemporâneas 2
Tutora:
Aluna: Aurea Maria Knaip Nobre
Atividade 2: Analisando a TV

Programa: A Grande Família
A TV Globo exibe o programa A Grande Família todas as quintas-feiras no horário de horas. Tal programa é destinado a todos os públicos, inclusive crianças gostam muito de assistí-lo.
Os principais assuntos tratados pelo programa, são as dificuldades financeiras, das quais toda família da classe média costuma passar, o convívio familiar dessa classe no seu dia a dia e também os relacionamentos conjugais e afetivos. Mostra também, o comportamento de alguns personagens que têm como característica a falta de compromisso e responsabilidade. Tais comportamentos são retratados de forma não explícita de maneira que o telespectador não os consiga enxergar, pois estão mais focados na maneira cômica em que são demonstrados.
O programa propõe reflexões, pois concilia a comicidade às condenações, na inversão de valores frequentes em nossa sociedade, com temas voltados para a realidade brasileira atual.
Vestem-se de uma maneira discreta e com estilos variados, existindo também alguns preconceitos machistas. Augustinho é uma personagem pejorativa caracterizado por suas ações por um ser humano sem princípios éticos e sociais.
As propagandas de Banco oferecem crédito de lojas que facilitam compras parceladas, propagandas de carros e bebidas que contribuem para a influência no uso do álcool que é uma questão social maléfica que desestrutura famílias e provoca acidentes na maioria das vezes com casos irreversíveis.
Tais propagandas oferecem produtos para o mesmo público que acompanha esse tipo de programa. Mostram a facilidade com que as pessoas se dispõem para adquirirem algo que desejam e que muitas vezes não são necessários, podendo influenciar de alguma forma o comportamento da sociedade.
O programa mostra o modo de vida do telespectador e isso pode causar questionamentos sobre essa realidade e se teria necessidade de mudanças, causando certo conflito nas pessoas, talvez por não conseguirem, na maioria das vezes, compreenderem a verdadeira mensagem que o programa quer passar que é o de mostrar a realidade em que vivem e não conseguem perceber por se preocuparem apenas com o que os faz rir, com o lado cômico do programa.


Universidade Aberta do Brasil – UAB/UnB
Licenciatura em Artes Visuais
Tecnologias Contemporâneas 3
Tutor: Irinea
Aluna: Aurea Maria Knaip Nobre
Atividade: Resenha do Filme e Documentário


A mídia é vista como o quarto poder por dominar as pessoas, formar opiniões próprias e controlar o comportamento e atitudes da maioria de seus telespectadores. E por eles não terem um senso crítico formado acreditam no que veem e leem. A imprensa manipula tudo, sem ética e sem princípios.
Acontece o suborno a manipulação, a ambição pelo dinheiro e pela fama a todo custo. A falta de honestidade, a distorção dos fatos pelos jornalistas que não se preocupam com o povo e muito menos com a moral.
Os jornalistas desobedecem ao código de ética que é o compromisso fundamental com a verdade dos fatos e com a correta divulgação deles. Invadem a privacidade de alguém sem saber no que isso pode ser prejudicial. Que deveriam respeitar o direito à privacidade do cidadão é outro artigo que faz parte do conselho de ética.
A mídia é uma influência imensa na vida das pessoas, administra a mente delas  de tal forma que são capazes de cometer atos violentos e irreversíveis.
É claro que a mídia tem o seu poder influenciável, também positivo, mas faz isso em pequena porcentagem. O outro lado é mais rentável e é isso o que conta.
O vídeo do documentário mostra como o poder  está nas mãos de empresários da imprensa brasileira, assim como o total domínio da Rede Globo, que sempre usa de falcatruas para se manter no poder.
Tal documentário relata a dominância da TV Globo na sociedade brasileira que mostra seu poder e suas relações políticas que são manipuladoras e formadoras de opinião. Influenciam seus telespectadores de maneira a fazer uma lavagem cerebral no que pretendem adquirir resultados.
O documentário preocupa-se em esclarecer vários pontos importantes na participação da TV Globo, na história de nosso país, como na época da ditadura em que a emissora ocultou fatos importantíssimos que influenciariam o país em desvendar feitos de falta de caráter e antiéticos.
Já o filme é retratado com certo humor e ironia, na manipulação das pessoas que gostariam de saber dos fatos ocorridos com precisão, com a pura verdade dos acontecimentos, mas infelizmente vivemos num momento de grande crise ética em que os meios de comunicação são falsamente comprometidos com a cidadania. Os jornalistas ao descumprirem com seu código de ética profissional fazem sensacionalismo a fim de chamarem a atenção de todos para somente se realizarem pessoalmente e satisfazerem seu ego. Não se preocupam com a verdade dos fatos com a ética e com os bons costumes, que é o que realmente deveria ser levado em conta.

domingo, 9 de outubro de 2011

Tarefa 9

Tarefa 9

Encontrei no endereço a seguir uma anotação importante sobre o programa GIMP
www.slideshare.net/.../revista-digtal-gimp-lab-ed-1 - Estados Unidos
Que muitas pessoas quando começam a usar o GIMP acham o programa confuso e mal organizado, principalmente a caixa de ferramentas. Isso é comum, pois a mesma apresenta varias opções, mas ela é muito bem organizada em 4 categorias: ferramentas de seleção, ferramentas de pintura, ferramentas de transformação e ferramentas de cor, e também temos algumas ferramentas que não se encaixam em nenhuma dessas alternativas e ficam como exceções (texto, zoom, etc). As ferramentas de seleção obviamente servem para selecionarmos áreas da imagem, há seis ferramentas, cada uma apresenta uma forma diferente de seleção. Seleção retangular: Seleciona áreas retangulares na imagem.
Mais ou menos esse processo que usei para transformar um pouquinho a Monalisa em Monaluz. Dei este nome por causa da luz colocada do lado direito da imagem.
Em: www.superdownloads.com.br › ... › GIMP 2.7.1 Opiniões descobri o seguinte comentário: Conheça o Gimp, um excelente editor de imagens, considerado o Photoshop da plataforma Linux:

Perfeito pq é grátis e atende muito bem qdo se trata de edição de imagens. No começo vc estranha um pouco mas depois vê que ele é muito prático e muito ágil pq tem como vc trabalhar com vários arquivos ao mesmo tempo.

Comentado por atenasconem 10/06/2011 às 02:47
Não tiro o mérito desse software, ele cumpre o que promete: ser um editor de imagens gratuito e com vários recursos. Porém, creio que ainda não compete com o Photoshop, este sim um editor muito completo e profissional. Quem o utiliza na edição de fotografias e web sites sabe do que estou falando.
Comentado por PauloPereiraem 02/04/2011 às 09:12



E assim envio o resultado do meu trabalho no GIMP:

    Monaluz     e     Monalisa                                                        


       No programa GIMP 2.6

Barra de Ferramentas
Filtro >Distorções>Mosaico
Filtro >Detectar Bordas> Bordas
Filtro > Sombra e luz > Clarão em dégradé.

Aurea Maria Knaip Nobre

Artes Visuais/2011

domingo, 11 de setembro de 2011

Roteiro de pesquisa na rede

Roteiro de Pesquisa na Rede


Aluna: Aurea Maria

Curso: Artes Visuais/2011

Tema: A performance de Hélio Oiticica


Pesquisando de início, na Wikipédia, sobre o artista descobri que ele é carioca, nascido no dia 26 de julho de 1937 e falecido em 22 de março de 1980. Foi um pintor, escultor, artista plástico e performático de aspirações anarquistas.
Considerado um dos artistas mais revolucionários de seu tempo e sua obra experimental e inovadora é reconhecida internacionalmente.
Na década de 1960, criou o Parangolé, chamado por ele de “antiarte por excelência”, por ser uma pintura viva e ambulante. É uma espécie de capa, bandeira ou estandarte, que mostra seus tons, cores, formas, texturas, grafismos e textos. Os materiais usados na sua construção são: tecido, borracha, tinta, papel, vidro, cola, plástico, corda e palha. É considerada uma escultura móvel, pois a partir do momento em que é usada por alguém, incorpora seus movimentos. Segundo o artista o objetivo dessa obra é “dar ao público a chance de deixar de ser público espectador, de fora, para participante na atividade criadora.

Em: www.youtube.com/watch?v=dJTr8I2M6Ps, pode-se ver a dança com a vestimenta Parangolé.
Hélio Oiticica é um artista inovador. Sua arte tem o poder de interagir com o público, com uma obra mais visual e outra sensorial.
Em 1957, inicia a série de guaches sobre papel denominado, nos anos 70, Metaesquemas, que segundo ele, são importantes essas pinturas geométricas, por apresentar conflito entre espaço pictórico e o espaço extra-pictórico, prenunciando a posterior superação do quadro, interessando aqui, o caminho de espacialização da cor, que significa uma ruptura com o caráter objectual da arte e transformação do tipo de experiência atrelada à pintura.


A temporalidade sintetizada no quadro começa a querer se manifestar no espaço atual, no sentido de libertação da cor no espaço e o tempo da incorporação do espectador com a obra. Segundo o próprio Hélio abrem “todas as portas para a liberdade da cor e para sua perfeita integração estruturais no espaço e no tempo”.
Para encontrar essas obras acima, busquei no Google com a palavra Metaesquema, que através do link imagens, descobrem-se todas as obras referentes.
No museu de Inhotim, é possível encontrar obras desse artista tão versátil.
Infelizmente em 16 de outubro de 2009, um incêndio destruiu cerca de duas mil obras do artista plástico. O acervo avaliado em 200 milhões de dólares representa 90% das obras incendiadas. Eram mantidas na residência de seu irmão, no bairro do Jardim
Botânico, no Rio de Janeiro. Além de quadros famosos e dos famosos “parangolés”. No local também eram guardados documentários e livros sobre o artista.
Graças ao Programa Hélio Oiticica, coordenado pela curadora e crítica de arte Lisette Lagnado, com parceria com o Instituto Itaú Cultural, grande parte dos documentos do artista perdidos no incêndio foram preservados pela digitalização que realizaram.
 Menciona-se inúmeras superações para sintetizar sua marcha, em que destaco duas como: - a superação da pintura-quadro, e do objeto escultura, o leva à “cor-cor”, ou seja, entrar na cor;
- a superação do modelo de exposições, com as “Manifestações ambientais”.
São estratégias com o mesmo objetivo: eliminar a dualidade sujeito objeto, e como Hélio mesmo afirma “a fundação de um novo espaço e novo tempo na obra no espaço ambiental”.

Bibliografia


pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/2882,1.shl

pt.wikipedia.org/wiki/Hélio_Oiticica



FAVARETTO, Celso. A Invenção de Hélio Oiticica. São Paulo: EDUSP, 1992.
SALOMÃO, Wally. Hélio Oiticia: qual é o parangolé. Rio de Janeiro: relume-Dumará, 1996.