domingo, 9 de outubro de 2011

Tarefa 9

Tarefa 9

Encontrei no endereço a seguir uma anotação importante sobre o programa GIMP
www.slideshare.net/.../revista-digtal-gimp-lab-ed-1 - Estados Unidos
Que muitas pessoas quando começam a usar o GIMP acham o programa confuso e mal organizado, principalmente a caixa de ferramentas. Isso é comum, pois a mesma apresenta varias opções, mas ela é muito bem organizada em 4 categorias: ferramentas de seleção, ferramentas de pintura, ferramentas de transformação e ferramentas de cor, e também temos algumas ferramentas que não se encaixam em nenhuma dessas alternativas e ficam como exceções (texto, zoom, etc). As ferramentas de seleção obviamente servem para selecionarmos áreas da imagem, há seis ferramentas, cada uma apresenta uma forma diferente de seleção. Seleção retangular: Seleciona áreas retangulares na imagem.
Mais ou menos esse processo que usei para transformar um pouquinho a Monalisa em Monaluz. Dei este nome por causa da luz colocada do lado direito da imagem.
Em: www.superdownloads.com.br › ... › GIMP 2.7.1 Opiniões descobri o seguinte comentário: Conheça o Gimp, um excelente editor de imagens, considerado o Photoshop da plataforma Linux:

Perfeito pq é grátis e atende muito bem qdo se trata de edição de imagens. No começo vc estranha um pouco mas depois vê que ele é muito prático e muito ágil pq tem como vc trabalhar com vários arquivos ao mesmo tempo.

Comentado por atenasconem 10/06/2011 às 02:47
Não tiro o mérito desse software, ele cumpre o que promete: ser um editor de imagens gratuito e com vários recursos. Porém, creio que ainda não compete com o Photoshop, este sim um editor muito completo e profissional. Quem o utiliza na edição de fotografias e web sites sabe do que estou falando.
Comentado por PauloPereiraem 02/04/2011 às 09:12



E assim envio o resultado do meu trabalho no GIMP:

    Monaluz     e     Monalisa                                                        


       No programa GIMP 2.6

Barra de Ferramentas
Filtro >Distorções>Mosaico
Filtro >Detectar Bordas> Bordas
Filtro > Sombra e luz > Clarão em dégradé.

Aurea Maria Knaip Nobre

Artes Visuais/2011

domingo, 11 de setembro de 2011

Roteiro de pesquisa na rede

Roteiro de Pesquisa na Rede


Aluna: Aurea Maria

Curso: Artes Visuais/2011

Tema: A performance de Hélio Oiticica


Pesquisando de início, na Wikipédia, sobre o artista descobri que ele é carioca, nascido no dia 26 de julho de 1937 e falecido em 22 de março de 1980. Foi um pintor, escultor, artista plástico e performático de aspirações anarquistas.
Considerado um dos artistas mais revolucionários de seu tempo e sua obra experimental e inovadora é reconhecida internacionalmente.
Na década de 1960, criou o Parangolé, chamado por ele de “antiarte por excelência”, por ser uma pintura viva e ambulante. É uma espécie de capa, bandeira ou estandarte, que mostra seus tons, cores, formas, texturas, grafismos e textos. Os materiais usados na sua construção são: tecido, borracha, tinta, papel, vidro, cola, plástico, corda e palha. É considerada uma escultura móvel, pois a partir do momento em que é usada por alguém, incorpora seus movimentos. Segundo o artista o objetivo dessa obra é “dar ao público a chance de deixar de ser público espectador, de fora, para participante na atividade criadora.

Em: www.youtube.com/watch?v=dJTr8I2M6Ps, pode-se ver a dança com a vestimenta Parangolé.
Hélio Oiticica é um artista inovador. Sua arte tem o poder de interagir com o público, com uma obra mais visual e outra sensorial.
Em 1957, inicia a série de guaches sobre papel denominado, nos anos 70, Metaesquemas, que segundo ele, são importantes essas pinturas geométricas, por apresentar conflito entre espaço pictórico e o espaço extra-pictórico, prenunciando a posterior superação do quadro, interessando aqui, o caminho de espacialização da cor, que significa uma ruptura com o caráter objectual da arte e transformação do tipo de experiência atrelada à pintura.


A temporalidade sintetizada no quadro começa a querer se manifestar no espaço atual, no sentido de libertação da cor no espaço e o tempo da incorporação do espectador com a obra. Segundo o próprio Hélio abrem “todas as portas para a liberdade da cor e para sua perfeita integração estruturais no espaço e no tempo”.
Para encontrar essas obras acima, busquei no Google com a palavra Metaesquema, que através do link imagens, descobrem-se todas as obras referentes.
No museu de Inhotim, é possível encontrar obras desse artista tão versátil.
Infelizmente em 16 de outubro de 2009, um incêndio destruiu cerca de duas mil obras do artista plástico. O acervo avaliado em 200 milhões de dólares representa 90% das obras incendiadas. Eram mantidas na residência de seu irmão, no bairro do Jardim
Botânico, no Rio de Janeiro. Além de quadros famosos e dos famosos “parangolés”. No local também eram guardados documentários e livros sobre o artista.
Graças ao Programa Hélio Oiticica, coordenado pela curadora e crítica de arte Lisette Lagnado, com parceria com o Instituto Itaú Cultural, grande parte dos documentos do artista perdidos no incêndio foram preservados pela digitalização que realizaram.
 Menciona-se inúmeras superações para sintetizar sua marcha, em que destaco duas como: - a superação da pintura-quadro, e do objeto escultura, o leva à “cor-cor”, ou seja, entrar na cor;
- a superação do modelo de exposições, com as “Manifestações ambientais”.
São estratégias com o mesmo objetivo: eliminar a dualidade sujeito objeto, e como Hélio mesmo afirma “a fundação de um novo espaço e novo tempo na obra no espaço ambiental”.

Bibliografia


pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/2882,1.shl

pt.wikipedia.org/wiki/Hélio_Oiticica



FAVARETTO, Celso. A Invenção de Hélio Oiticica. São Paulo: EDUSP, 1992.
SALOMÃO, Wally. Hélio Oiticia: qual é o parangolé. Rio de Janeiro: relume-Dumará, 1996.


domingo, 21 de agosto de 2011

Música:

Conexão

Vou te encontrar
onde estiver
vou navegar por este mar
e num click chegar
com arco-íris-paint
enfeitar o seu olhar
brilhante
toda vez que te beijar
no acesso ao desejo
de  conectar
meu coração inteiro com o teu
coração e-mail
coração inteiro.

Monumento de Vilma Nöel


Monumento exibido na Praça da Estação                    Réplica do monumento.
em Coronel Fabriciano, representando                        Técnica: Papietagem.
os elementos da natureza.                                            Por mim e meus alunos.
                                                                                   Fomos para a Praça para
                                                                                   construir o trabalho.